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UX/UI design
Da compreensão da tarefa aos detalhes de interface: como separar experiência, fluxo e aparência.
A tela não é a experiência inteira
UX trata do percurso e da capacidade de uma pessoa concluir uma tarefa; UI organiza os elementos que tornam esse percurso visível e operável. As duas áreas dialogam, mas não são intercambiáveis. Um botão bonito não corrige uma regra obscura. Um fluxo bem pensado também precisa de hierarquia, texto, contraste e estados compreensíveis para funcionar na prática.
Comece pela situação de uso: quem chega, com que objetivo, com que informação e com que limite de tempo ou atenção? As respostas podem vir de observação, entrevistas, análise de tarefas e revisão do produto existente. O método escolhido depende do que ainda não se sabe, não de uma lista fixa de entregáveis.
Do fluxo ao detalhe
Um fluxo útil identifica pontos de entrada, escolhas, estados de espera e recuperação de erro. Depois a interface pode comunicar o próximo passo com linguagem clara, agrupamento consistente e elementos acessíveis. Testar um protótipo cedo permite perceber onde a interpretação difere da intenção de quem desenhou.
Os detalhes fazem parte da experiência: foco visível, rótulos associados a campos, mensagens que explicam o problema e comportamento previsível em telas pequenos. Uma revisão visual isolada encontra problemas de contraste ou alinhamento, mas não explica por que a pessoa abandona uma tarefa. Para isso, é preciso voltar ao percurso.
Quando esta disciplina ajuda
Quando há confusão recorrente, muitos caminhos para a mesma ação ou uma interface que exige formação para tarefas simples, investigar UX/UI pode revelar o ponto real de atrito. Se o produto já existe, a página de redesign ajuda a distinguir defeitos de interface de problemas mais profundos de processo ou informação.
Esta página descreve um campo de prática presente no arquivo histórico. Exemplos e mapas são educativos, sem atribuição a projetos ou resultados atuais.